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       Paraíba, 09-Set-2010
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Camada de ozônio PDF Imprimir E-mail

ImageCientistas afirmam que buraco na camada de ozônio está cada vez maior

Um artigo que será entregue por pesquisadores da Argentina, Brasil, Chile, e Holanda à revista “Geophysical Research Letters” comprovou que um buraco na camada de ozônio, localizado em cima do estado do Rio Grande do Sul, tem ficado cada vez maior, desprotegendo por completo a região, que está vulnerável à incidência de raios ultravioleta.

De acordo com os pesquisadores, em 2009 o limite da camada de ozônio atingiu a Argentina e o Chile, mas células de ar pobres em ozônio desprenderam-se atingindo a região de Santa Maria, no RS. Medições realizadas com sondas e balões constataram que a temperatura da estratosfera cai durante a formação do buraco de 60 graus Celsius negativos 80 graus Celsius negativos, no mês de setembro, permanecendo até dezembro.

O artigo explica que a radiação ultravioleta não tem conexão direta com o fenômeno do aquecimento global, contudo, a incidência desses raios em uma área poluída podem provocar reações químicas que acarretem a elevação de temperaturas.

O buraco, tradicionalmente, se forma sobre a Antártica no mês de setembro. O aquecimento global e a formação do fenômeno tem despertado a curiosidade dos cientistas.

Fonte: JB Online
04.09.2010

 
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