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       Paraíba, 18-Abr-2014
Lagoa poluída PDF Imprimir E-mail

ImageEm João Pessoa: Seinfra identificou ligações clandestinas no cartão postal da cidade

Quem trabalha, mora ou passeia nos arredores da Lagoa do Parque Sólon de Lucena, em João Pessoa, até já se acostumou com o mau cheiro que exala do local. Em alguns momentos do dia é impossível caminhar na calçada recém restaurada pela Prefeitura de João Pessoa (PMJP) e a culpa é da poluição provocada pelos próprios habitantes. Só no último trabalho de fiscalização realizado pela Secretaria de Infraestrutura (Seinfra) foram identificados seis pontos de ligações clandestinas de esgoto na rede pluvial, o que além de lamentável caracteriza crime ambiental.

Durante o trabalho de fiscalização encontramos seis ligações clandestinas de esgoto o que é inadmissível até porque o local possui rede de saneamento, mas as pessoas insistem em fazer as ligações", afirma a diretora de Manutenção da Seinfra, Vânia Franca. As ligações, segundo ela, levaram a três estabelecimentos comerciais, sendo dois localizados na Avenida Santo e um no anel externo do Parque; a um edifício comercial na Rua Duque de Caxias; ao prédio do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) na Rua Barão de Abiaí; e ao Serviço Social do Comércio (Sesc) na Rua Desembargador Souto Maior.

De acordo com informações de Vânia Franca, todas as ligações foram vetadas pelos funcionários da Seinfra, que ainda localizou uma tubulação da Cagepa dentro da galeria, o que não deveria acontecer. "Essa tubulação estava quebrada porque era de cerâmica e também estava poluindo a Lagoa", destacou a diretora. Todo o trabalho de fiscalização foi acompanhado pela Secretaria de Meio Ambiente (Semam) de João Pessoa a quem os responsáveis pela poluição terão que prestar esclarecimentos.

Redimensionar os esgostos é a orientação

A chefe do Setor de Fiscalização da Semam, Socorro Menezes, afirmou que todos foram notificados e receberam um prazo de trinta dias para apresentar justificativas e uma resolução para o problema. "Eles terão que redimensionar a parte do esgoto de seus prédios ou serão autuados em no mínimo R$ 10 mil pelo crime ambiental". Socorro ainda alertou que a multa pode ser maior dependendo do descumprimento da notificação e da reincidência. "Nesse caso o valor da multa será por dia de descumprimento", explicou.

Área possui 12 entradas de galerias pluviais

A Lagoa do Parque Sólon de Lucena possui 12 entradas para água proveniente da rede pluvial e uma saída para o Rio Sanhauá. A poluição constante no local vem contribuindo para a mortandade dos peixes e expulsão de outros animais que vivem no entorno do local, a exemplo das garças. A diretora de Manutenção da Seinfra destacou que o trabalho de recuperação da Lagoa continua sendo realizado com a limpeza das caixas de areia dos lançamentos de drenagem pluvial e com a confecção de novas grades para as entradas.

Ontem, a reportagem do Jornal O Norte esteve no local e verificou que o mal cheiro continua na Lagoa. Além dos esgotos, o lixo que é jogado no Parque também vai parar dentro das águas de um dos mais belos cartões postais da cidade. "É uma pena que um lugar tão lindo não seja preservado", lamentou a comerciante Maria Lúcia dos Santos que transitava pelo local. "Não importa se faz sol ou chuva, o fedor sempre está aqui", completou o aposentado Severino Cabral, que também esteve no Parque ontem.

Denúncia averiguada

Em resposta às denúncias feitas pela Secretaria de Infraestra (Seinfra), o Serviço Social do Comércio (Sesc) informou por meio de sua assessoria de comunicação que desconhece a possível ligação clandestina que teria sido feita pela instituição na galeria pluvial da Lagoa. O órgão salientou que não recebeu nenhuma notificação sobre o assunto da Seman e que a prática não combina com política de ações de responsabilidade social promovida pela empresa "Até porque a instituição sempre foi e vai continuar sendo cumpridora dos seus deveres e obrigações", diz a nota emitida para o Jornal O Norte.

A Cagepa, também por intermédio de sua assessoria, afirmou que vai enviar uma equipe ao local para averiguar a possível ocorrência. "Caso seja constatada a responsabilidade do órgão, as devidas providências serão prontamente adotadas", diz a resposta da Companhia.

A reportagem de O Norte também procurou o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Segundo o gerente executivo substituto do órgão em João Pessoa, Joaquim da Silva Neto, o prédio foi construído na década de 60 e vai passar por uma reforma no início de 2010. Nessa reforma serão averiguadas todas as instalações, inclusive, hidráulicas e elétricas. O objetivo com a reforma é também se adequar às normas ambientais.

Fonte: O Norte
11.12.2009

 
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