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       Paraíba, 17-Abr-2014
Geleira PDF Imprimir E-mail
Geleira peruana Qori KaliUma geleira  ou glaciar  é uma grande e espessa massa de gelo formada em camadas sucessivas de neve compactada e recristalizada, de várias épocas, que se desloca lentamente, relevo abaixo, provocando erosão e sedimentação glacial. Ao longo dos anos, o gelo pode desaparecer das geleiras, deixando um vale em forma de U ou um fiorde, se junto ao mar.

As geleiras ou glaciares podem apresentar extensão de vários quilômetros e espessura que pode também alcançar a faixa dos quilômetros. O gelo granular e poroso que é formado pela compactação e recristalização progressiva de neve e que evolui, com mais compactação, para o gelo maciço e azulado do glacial, e que compõe as geleiras, é conhecido como firn.

Existem dois tipos principais de geleiras ou glaciares:

Continentais de áreas polares: situadas a grandes latitudes, cobrindo áreas extensas e apresentando gelo permanente; de montanha ou alpinas: situadas a grandes altitudes e restritas a vales glaciais, podendo ocorrer até em latitudes tropicais. As geleiras continentais, como as da Antártica e Groenlândia, deslizam lentamente até o mar onde, durante o verão, fragmentam-se dando origem aos icebergues que posteriormente flutuam pelos mares e oceanos levados pelas correntes marinhas.

Antártica

Geleira de Grindelwald, SuíçaA Antártica (no Brasil)[1] ou Antárctida (em Portugal) é o mais meridional dos continentes e um dos menores, com catorze milhões de quilómetros quadrados. Rodeia o Pólo Sul, e por esse motivo está quase completamente coberto por enormes geleiras (glaciares), excepção feita a algumas zonas de elevado declive nas cadeias montanhosas e à extremidade norte da Península Antártica. Sua formação se deu pela separação do antigo supercontinente Gondwana e seu resfriamento aconteceu nos últimos 40 milhões de anos.

Devido à baixa precipitação no interior, pode ser considerada o maior deserto do planeta. Como tal, apenas espécies muito adaptadas como pinguins e musgos conseguem sobreviver.

Juridicamente, a Antártica está sujeita ao Tratado da Antártica, pelo qual as várias nações que reivindicavam territórios no continente (Argentina, Austrália, Chile, França, Noruega, Nova Zelândia e Reino Unido) concordam em suspender as suas reivindicações, abrindo o continente à exploração científica.

Por esse motivo, e pela dureza das condições climáticas, a Antártica não tem população permanente, embora tenha uma população residente de cientistas e pessoal de apoio nas bases polares, que oscila entre o milhar (no inverno) e os quatro milhares de pessoas (no verão).

Gronelândia

A Gronelândia (em gronelandês: Kalaallit Nunaat, que significa: "A nossa terra"; em dinamarquês: Grønland; no Brasil também se usa Groenlândia ou Groelândia ) é uma região autónoma dinamarquesa que ocupa a ilha do mesmo nome e ilhas adjacentes, ao largo da costa nordeste da América do Norte. As suas costas dão, a norte, para o Oceano Glacial Árctico, a leste para o Mar da Gronelândia, a leste e sul para o Oceano Atlântico e a oeste para o Mar do Labrador e Baía de Baffin. A terra mais próxima é a ilha Ellesmere, a mais setentrional das ilhas do Arquipélago Árctico Canadiano, da qual está separada pelo Estreito de Nares. Outros territórios próximos são: no mesmo arquipélago canadiano, a oeste, a Ilha de Devon e a Ilha de Baffin; a sueste a Islândia; a leste a ilha de Jan Mayen e a nordeste o arquipélago de Spitzbergen, ambos possessões da Noruega.

Iceberg

Iceberg é um enorme bloco que se desprende das geleiras existentes nos oceanos polares, originárias da era glacial, há mais de cinco mil anos. São de água doce. Icebergs não devem ser confundidos com "água do mar congelada no inverno", que raramente resiste ao verão.

Paisagem típica da AntárticaDe cada iceberg, apenas cerca de 10% da sua massa (ou volume, dado que a massa específica da água, mesmo no estado sólido, é significantemente próxima de 1 g/cm3) emerge à superfície. Os demais cerca de 90% permanecem submersos, donde o extraordinário perigo que conferem especialmente à navegação. Em se tratando de dimensões lineares — mais especifica, notadamente, a altura — tem-se que, em média, cerca de 1/7 do iceberg aflora, emerso, à superfície, enquanto os demais 6/7 constituem a porção oculta, o lastro submerso da massa polar flutuante.

Sobre a flutuação do iceberg, recorde-se que ela decorre do fato físico de apresentar o gelo (de água doce) massa específica (ou densidade absoluta) de cerca de 1 g/cm3, conforme dito. Porém a água do mar é solução salina: apresenta, pois, massa específica necessariamente maior do que 1 g/cm3. Assim, pelo Princípio de Arquimedes, o iceberg necessariamente flutua na água do mar. As dimensões lineares (alturas) e as massas e os volumes emerso e imerso (submerso) calculam-se pelas leis hidrostáticas, o princípio de Arquimedes uma delas.

Desse fato concreto decorre o dito popular (conotativo) de que "isto ou aquilo é apenas a ponta do iceberg", para se referir algo (empreendimento, problema etc.) que aparenta ser de simples enfrentamento ou solução, quando, na verdade, é de complexidade ou envergadura consideravelmente maior.

O exemplo mais trágico de colisão naval com um iceberg é o episódio que culminou com o afundamento do transatlântico Titanic.

Geleira Alpina

Geleira que se forma em regiões elevadas, montanhosas, concentrando a neve e o gelo ao longo de vales e acima da linha de neves eternas e que ocorre em várias latitudes.

A maioria das geleiras vai desaparecer dos Alpes até 2050, afirmaram nesta segunda-feira (22) cientistas em conferência sobre as mudanças climáticas, baseando sua perspectiva nas provas do lento, mas constante, derretimento dos lençóis de gelo da região. 

As geleiras na província alpina do Tirol, no oeste da Áustria, têm diminuído cerca de 3% ao ano, o que significa que o volume das geleiras cai anualmente aproximadamente um metro, afirmou Roland Psenner, do Instituto de Ecologia da Universidade de Innsbruck.

"A média de densidade das geleiras nos Alpes é de 30 metros, então parece bastante certo que não haverá mais geleiras no ano 2050, com exceção de algumas poucas de altitude elevada, que estão a mais de 4 mil metros", afirmou Psenner. "O futuro parece ser bastante líquido", declarou. 

Os especialistas pararam de falar sobre o aquecimento global, mas exortaram a uma revisão das medidas preventivas para proteger as pessoas que moram nos vales alpinos, que poderiam enfrentar um risco maior de inundações.

As geleiras suecas estão derretendo a uma taxa que sugere modelos de aquecimento global, alertam cientistas. "No passado as geleiras do norte (da Suécia) mostravam um padrão que não correspondia aos modelos de mudança climática (provocada pelo aquecimento global), poderiam até mesmo ser usadas como um argumento contra o aquecimento global. Mas agora, dados dos últimos anos mostram uma mudança, que se encaixa perfeitamente bem como os modelos de mudança climática", disse à AFP o professor de glaciologia Per Holmlund, da Universidade de Estocolmo.

Medições provisórias da geleira Tarfala, no norte da Suécia, demonstram um derretimento de um metro no último ano. "O derretimento (de geleiras suecas) tem sido particularmente forte este ano" e medições similares foram registradas nos últimos cinco a seis anos, disse Holmlund

O aumento da temperatura terrestre causará o desaparecimento da geleira peruana Qori Kalis dentro de cinco anos, em uma das maiores provas da atual mudança climática.

De acordo com os pesquisadores do Instituto Internacional para Estudos da Neve e Avalanches (Iiena), com sede na cidade suíça de Davos, o futuro nos Alpes será marcado por um aumento da precipitação de chuva, maior umidade e, conseqüentemente, uma drástica diminuição das nevascas. Segundo dados do Programa Europeu dos Alpes do WWF (World Wildlife Fund), a maior organização ambiental do mundo, as geleiras alpinas foram reduzidas a um terço do que eram há 150 anos.

O problema não respeita passaportes ou nacionalidades. A geleira de Tschieva, em Engadina (Suíça), recuou 1.100 metros nos últimos cem anos. As geleiras de Hintereisferner (Áustria), Sarennes (França), e Gries (Suíça), perderam cerca de 14 metros de espessura desde 1960, o equivalente a um prédio de cinco andares.

Fonte: Wikipédia - G1
18.07.2010
 
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