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       Paraíba, 24-Abr-2014
Monteiro PDF Imprimir E-mail
 Nas ruas largas e arborizadas do centro de Monteiro, é possível admirar muitos dos antigos casarões que um dia pertenceram a quem fundou e ajudou a construir a cidade. A harmonia de cores e formas é cuidadosamente preservada por remanescentes dessas tradicionais famílias – e o visitante agradece.

Na música, Monteiro é imbatível. Flávio José, Magníficos, Djinha de Monteiro, Forró Gente Boa, Totonho e Zabé da Loca, entre outros, são talentos nascidos na cidade e aclamados no Brasil. A tradição vem de longe, como mostra a centenária Banda Filarmônica Sebastião de Oliveira Brito, que, além de manter uma Escola de Música (responsável pela formação de vários dos atuais titulares da banda), participa ativamente dos eventos do município e desenvolve o projeto Pra Ver a Banda Passar, com apresentações intercaladas na Praça João Pessoa e nos bairros da cidade, todas as quintas-feiras.

 A religiosidade do povo monteirense também encanta os turistas. Na devoção a Nossa Senhora das Dores, padroeira da cidade, as missas, procissões e novenas realizadas na semana do dia 15 de setembro transformam a festa em mais um evento marcante do calendário turístico municipal. Construída entre as décadas de 1920 e 1930, com belas pinturas, imagens e arquitetura, a Matriz de Nossa Senhora das Dores é um orgulho para o monteirense.

O turismo rural é outra forte tendência. Riquezas naturais já começaram a ser exploradas, como a Pedra do Peru. Diante da beleza rústica do lugar, o visitante se sente abençoado. No cenário de caatinga, céu azul e esculturas naturais, aventura rima com paz. É uma paisagem que encanta e instiga – e, o melhor: que conta com infraestrutura apropriada e eventualmente realiza excursões com prática de rapel. Outro ponto prestes a ser explorado na zona rural monteirense é a Serra do Jabitacá, onde nasce o Rio Paraíba.

O clima e a tranqüilidade de Monteiro proporcionam aos habitantes e visitantes um ambiente agradável e pitoresco de cidade do interior, onde se preserva o hábito de conversar nas calçadas, embalando-se em preguiçosas cadeiras de balanço. Não foi à toa que o município participou da primeira tiragem do Guia Paraíba – Coleção Brasil Imperdível, lançado em 2005, com cerca de 12 mil exemplares.

Museu que encanta os visitantes

No Museu Histórico de Monteiro, a história da cidade é contada por meio de fotos, livros, revistas, mobiliário e peças diversas, resgatadas de antigos baús e porões empoeirados para costurar a trajetória monteirense desde fins do século XIX até as décadas mais recentes.

Organizado pelo professor Balduíno Lélis de Farias, o Museu foi inaugurado em 28 de junho de 2001 e cresce diariamente com as doações da população. Considerado um valoroso guardião da memória monteirense, o museu recebe visitas freqüentes (o livro de visitas já conta com cerca de 12 mil assinaturas).

Exposições itinerantes, atendimento público das terças-feiras aos domingos e programas de integração com as escolas e a sociedade local são algumas das estratégias usadas pela equipe do Museu Histórico de Monteiro para divulgar o seu acervo, que soma 1.090 peças.

Turismo em alta

Monteiro é uma cidade de forte veia artística e potencial turístico. Na última década, o apoio à divulgação e ao fortalecimento dessa vocação foi eficaz – e hoje a cidade é considerada um pólo cultural e turístico da região, com capacitação permanente e realização de vários eventos, oficinas, cursos e encontros.

Um grande passo rumo ao desenvolvimento do turismo em Monteiro foi dado com a inclusão do município entre as 24 cidades brasileiras que terão o subsídio do Movimento Brasil de Turismo e Cultura (MBTC) para se firmar como destino turístico no país. O Movimento é inspirado nos conceitos e ideais do Fórum Mundial de Turismo para Paz e Desenvolvimento Sustentável (FMT), cuja base é a utilização do turismo como ferramenta para o crescimento econômico, social, cultural e ambiental de um país.

O trabalho consiste em “revisitar” 24 destinos turísticos brasileiros, identificando festas, comemorações e manifestações tradicionais de cada lugar. Depois, uma equipe da ONG faz um diagnóstico do município e de todo o seu potencial turístico e cultural. A partir de então, conta com recursos para desenvolver trabalhos nessas vertentes.

Como chegar

Por João Pessoa e Campina Grande – pela BR 230, até a Praça do Meio do Mundo. A partir desse ponto, toma-se a BR 412;

Por Sertânia-PE – pela BR 110.

Fonte: PMM
28.05.2011

 
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